RÚCULA – Origem, benefícios à saúde, nutrientes, usos e sua composição.

Você provavelmente estará mais familiarizado com o outro nome da rúcula, Rugula. O pequeno vegetal crucífero é muito querido na Europa e em todos os estados ocidentais da América pelo seu sabor picante, ligeiramente amargo e apimentado além da sua textura engraçada. Pertencendo à família das Brassicaceae, cujos membros incluem o mostarda verde, a couve-flor e a couve. Como todos os descendentes desta família, a rúcula é extremamente densa em nutrientes, sendo fortemente recomendada pelos nutricionistas a adição da rúcula ao maior número de pratos possível.

A planta é bonita em seu tamanho, já que as rúculas não são plantas grandes e normalmente são colhidas muito jovens. Elas são nativas do Mediterrâneo, porém, podem prosperar em qualquer clima temperado. Tenha cuidado, pois, essas verduras são vendidas com vários nomes, então geralmente é melhor usar seu nome científico – Eruca vesicaria sativa – ao comprá-las em sua loja orgânica local.

Lista de Nutrientes Conhecidos Presentes na Rúcula:

  • Alfa-caroteno;
  • Beta-caroteno;
  • Cálcio;
  • Cobre;
  • Folatos;
  • Ferro;
  • Luteína-zeaxantina;
  • Magnésio;
  • Niacina;
  • Ácido pantotênico;
  • Fósforo;
  • Potássio;
  • Piridoxina;
  • Selênio;
  • Sódio;
  • Tiamina;
  • Vitamina A;
  • Vitamina C;
  • Vitamina E;
  • Vitamina K;
  • Zinco.

Usos Medicinais da Rúcula.

A rúcula talvez não seja tão popular quanto suas irmãs, mas seus efeitos terapêuticos ainda são dignos de nota. Essas verduras contêm grandes quantidades de nitratos, o que reduzem a pressão arterial e a quantidade de oxigênio necessária durante um exercício.

  1. Câncer – Os vegetais crucíferos são conhecidos por reduzirem significativamente o risco de câncer, principalmente nos pulmões e no cólon. Numerosos estudos concluíram que os vegetais com folhas verdes retardam o crescimento de tumores, bem como inibem a proliferação de enzimas cancerígenas no corpo. As rúculas são consideradas extremamente potentes na redução do crescimento das células cancerígenas. Além disso, elas contêm grandes quantidades de clorofila, que bloqueia os efeitos cancerígenos.
  2. Diabetes – A rúcula é uma ótima fonte de ácido alfalipóico e esse composto é reconhecido por reduzir os níveis de glicose, aumentando a sensibilidade à insulina e prevenindo os sintomas associados a diabetes. Uma análise sobre a eficácia da rúcula contra a diabetes mostrou que o vegetal diminuiu a neuropatia periférica e autonômica (danos nos nervos).
  3.  Osteoporose – A rúcula também contribui para a necessidade diária de cálcio, oferecendo até 64 mg em duas xícaras. Suas folhas verdes também contêm quantidades adequadas de vitamina K que podem melhorar a matriz óssea.
  4. Exercício – Estudos têm sugerido que as rúculas podem melhorar o desempenho atlético, principalmente por causa de seu alto teor de nitrato. Supostamente, elas podem melhorar o uso de oxigênio do corpo, evitando assim a fadiga muscular e danos aos nervos.

Comer muita rúcula pode afetar negativamente com os seus anticoagulantes. Há outras pessoas que apresentaram problemas gastrointestinais quando consumiram muita rúcula. Caso você tenha um estômago sensível ou toma anticoagulante, pergunte primeiro ao seu nutricionista se você pode comer este vegetal maravilhoso chamado rúcula.

Sistemas do Corpo Beneficiadas pela Rúcula.

A rúcula melhora a digestão e conforme à medida que exploramos a conexão profunda e inseparável entre o cérebro e o intestino, começamos a entender como a dieta é importante para a saúde geral. A rúcula atua introduzindo diferentes antioxidantes no sistema; cada um trabalhando em conjunto para melhorar a função do órgão. Da mesma forma, tem um efeito adicional de remoção de toxinas do corpo. Como tal, todo o corpo é sustentado por este verde frondoso.

Formas certas de usar a rúcula.

É melhor não cozinhar demais a rúcula, caso você prefira cozinhar as verduras, pois, isso diminui seu perfil nutricional. Em vez disso, recomendamos jogar a rúcula recém-cortada em uma salada.

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